segunda-feira, 5 de julho de 2010

FESTIVAIS COM INSCRIÇÕES ABERTAS - NÃO PERCA O PRAZO

MOENDA DA CANÇÃO - S.ANTONIO DA PATRULHA RS Até 06 de julho
FESTIVAL EXPRESSÃO LIVRE - MONTE SIÃO MG Até 10 de julho
1ºFESTIVAL DA CANÇÃO CONCEIÇÃO DE MATO DENTRO MG Até 12 de julho
FEST VIOLA - CACONDE SP Até 14 de julho
FESTIVAL MPB DE ITANHANDU MG Até 15 de julho
31º FICAN - ITAMBACURI - MG - Até 15 de julho
FESTIVAL SERTANEJO DE SÃO JOSE DO RIO PRETO SP - Até 15 de julho
FESTICOL 2010 - COLATINA ES - Até 15 de julho
FESTIVAL DA MÚSICA DE ALVINÓPOLIS MG Até 16 de julho
FESTIVAL MPB DE RIO CLARO SP Até 20 de julho
FESTIVAL DE MÚSICA E POESIA DE IBOTIRAMA BA Até 23 de julho
FESTIVAL DE MÚSICA DE ARAUCÁRIA - PR Até 23 de julho
FESTIVAL VELHO CHICO BEAT - BOM JESUS DA LAPA - BA Até 31 de julho
FESTIVAL DE MÚSICA SERTANEJA RAIZ "BATISTA DOS SANTOS" TAQUARITUBA SP Até 14 de agosto

Espiral Cultural


Leonardo Brant
A cadeia produtiva do setor cultural é formada por inúmeros agentes. Cada um desses agentes possui um papel distinto, complementar e fundamental na composição de um setor cultural rico e produtivo, que contribua para o desenvolvimento social e econômico do país.
- Profissionais de Cultura: artistas, criadores, produtores, técnicos, profissionais das esferas pública e privada.
- Organizações Culturais: centros culturais, fundações, organizações culturais públicas, privadas e do terceiro setor.
- Investidores: empresários e profissionais de empresas envolvidos com o investimento em cultura.
- Poder Público: órgãos do governo e os profissionais da gestão pública de cultura, responsáveis pela formulação e gestão de políticas culturais.
- Imprensa: veículos de comunicação de conteúdo cultural, jornalistas e críticos do setor.
- Academia: estudiosos do tema.
- Público de cultura: todos que devem experimentar e vivenciar a cultura.
Promover a transformação da sociedade por meio da cultura significa encadear esforços de todos esses agentes de forma a permitir a consolidação de um mercado qualificado, capaz de produzir e consumir cultura.
O desenvolvimento social proporcionado pela ação cultural se dá de forma espiralar, ligando todos os elementos e aumentando a base estrutural que garante a consolidação do espírito crítico da sociedade. Este processo ocorre ao mesmo tempo em que se estrutura como um mercado capaz de fornecer insumos necessários, oferecendo base sólida à sociedade e proporcionando um crescimento cíclico em progressão geométrica, com a ampliação de sua base.
A cada novo círculo completado realiza-se o processo cultural e a cada novo círculo iniciado aumenta-se a potência de envolver um número cada vez maior de agentes na realização deste processo [para, num futuro desejado, poder alcançar o número total dos cidadãos de uma sociedade]. Igualmente, a espiral permite visualizar que o crescimento do setor, proporcionado pela inserção de mais um anel, deverá ser acompanhado pelo crescimento de todo o sistema.
Os grupos de agentes culturais, acima citados, compõem os processos que formam um ciclo de produção cultural:

A espiral cultural envolve a atuação dos diversos agentes culturais, acima mencionados, no encadeamento das seguintes atividades:

- Ambiente: entorno social que favorece a interação entre os agentes culturais, propiciando as condições para o acesso.
- Pesquisa: investigação de linguagem, conteúdo e abordagem.
- Criação: idealização de processos, projetos e produtos, desenvolvimento de repertório.
- Articulação: mobilização inicial, identificação das necessidades de produção, viabilização, difusão, ambiente e acesso.
- Produção: preparo do produto, projeto ou processo para a experimentação e consumo, acesso.
- Sustentabilidade: viabilização processo, projeto ou produto. Articulação entre sentido, financiamento e público.
- Difusão: veiculação da presença do processo cultural ao público.
- Acesso: oferta dos processos culturais.
- Experiência: vivência dos processos culturais em sua plenitude – recebendo, refletindo, criando e atuando – o que propicia um ambiente favorável ao processo em que se desenvolve a espiral.
* Trecho do livro Mercado Cultural (2001)

Festival Sesi Música 2010

Carina Teixeira
Até dia 19 de julho, estão abertas as inscrições para o Festival Sesi Música 2010 – Edição Estadual, que será realizado no dia 26 de setembro, em São Paulo, e premiará artistas em duas categorias: Composição/Interpretação Inédita e Composição/Interpretação não inédita.
O Festival está dividido em três fases. Na primeira, preliminar, será realizada avaliação, por meio de uma comissão de seleção, com base no material entregue via correios pelo candidato no ato da inscrição. A segunda etapa, semifinal, contará com apresentações ao vivo dos concorrentes classificados, no Sesi São José dos Campos, entre 21 e 25 de setembro. E a última, a final, terá cerimônia de premiação com apresentações ao vivo, no teatro do Sesi- São Paulo situado na avenida Paulista.
Para participar, os interessados devem ser trabalhadores de indústria no Estado de São Paulo. As inscrições devem ser feitas pelo site do Sesi-SP, local onde poderão baixar o regulamento e formulários relacionados e encaminhá-los exclusivamente pelos Correios para o Festival Sesi Música 2010 – São Paulo – Fase Estadual – Sesi-SP–DDS–Setor de Música, Avenida Paulista, 1313 – Andar Intermediário – CEP: 01311-923 – São Paulo – SP.
Todos os classificados para a semifinal receberão certificado e kit de participação. Os candidatos classificados na final em primeiro, segundo e terceiro lugares em cada categoria receberão o prêmio em dinheiro, sendo respectivamente R$ 5.000, R$ 3.000 e R$ 2.000. Mais informações no site http://www.sesisp.org.br/

São Paulo terá R$ 222 milhões do PAC


Andrea Lombardi
12 municípios do estado de São Paulo deverão receber R$ 222 milhões em investimentos para a realização de 164 ações de proteção do patrimônio histórico nos próximos quatro anos. Os recursos serão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas, que tem participação das três esferas de governo.
As ações envolvem projetos de restauro de monumentos, capacitação de mão de obra para conservação, revitalização de praças públicas, produção de material didático de educação patrimonial, aterramento de fiação elétrica, realização de seminários, registros de patrimônio imaterial.
“O PAC das Cidades Históricas coloca, pela primeira vez, uma política de patrimônio, uma política de preservação, dentro do eixo prioritário da política nacional. E rompe com uma ideia, errada, equivocada, de que há uma contradição entre o desenvolvimento brasileiro e a preservação do patrimônio cultural”, disse o presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Luiz Fernando de Almeida, após a assinatura hoje (1º) dos planos de ação.
Cotia, na região metropolitana de São Paulo, e Iperó serão as cidades que mais terão recursos para investir no patrimônio. Cotia tem previsão de receber R$ 82,5 milhões para a realização de 26 ações. Entre as principais estão a implantação de um parque público no Sítio do Padre Inácio, a revitalização do Rio Cotia, e a construção de um centro esportivo.
Iperó, cidade próxima a Sorocaba, terá R$ 43 milhões para 20 ações, como a requalificação de uso do conjunto da Real Fábrica de Ferro São João de Ipanema, a pavimentação do acostamento da estrada Iperó-Sorocaba e a construção de um centro de eventos.
A cidade de São Luiz do Paraitinga, atingida em janeiro por uma cheia do Rio Paraitinga, que destruiu parte de seus edifícios históricos, tem previsão de receber R$ 15 milhões para fazer 15 ações, entre elas a recuperação da Igreja Matriz, a construção de uma biblioteca pública e a criação de um centro de informação turística. De acordo com a prefeita do município, Ana Lúcia Bilard, além do PAC das Cidades Históricas, há a previsão de investimentos R$ 150 milhões por parte do estado para a reconstrução das áreas danificadas.
Também devem receber os recursos as cidade de Santos (R$ 17 milhões), Carapicuíba (R$ 1,5 milhões), São Sebastião (R$ 21,5 milhões), Itu (R$ 17,5 milhões), Santana de Parnaíba (R$ 4 milhões), Cananéia (R$ 5 milhões), Iguape (R$ 5,5 milhões), Santo André (R$ 1 milhão) e São Bernardo do Campo (R$ 9 milhões).
*Fonte: Agência Brasil
(Bruno Bocchini)

Gravadoras se especializam em fitas cassete

Andrea Lombardi
Acreditando no poder do romantismo e de olho no mercado analógico, puxado pelo ressurgimento do interesse do grande público pelos discos de vinil, selos estrangeiros e nacionais especializados em lançamentos no formato cassete vêm se espalhando. No Brasil, a Pug Records, criada em Juiz de Fora pelos estudantes Amanda Dias, André Medeiros e Eduardo Vasconcelos, está operando desde janeiro deste ano.
Em acordo com a mídia que elegeram, sem a pressa dos tempos virtuais, a Pug esperou até formar um catálogo próprio mínimo antes de começar a divulgar os lançamentos próprios e os títulos que distribuem de selos estrangeiros especializados nas fitinhas, como a K Records e a Elephant 6.
Sem medo de parecer esquizofrênica, a Pug Records também lança versões em MP3 de alta qualidade e comemora os mais de três mil downloads de seus lançamentos, a maior parte feita através de blogs de MP3, os principais parceiros na divulgação.
Enquanto os CDs exigem uma prensagem alta para valer a pena, os vinis são muito caros e CD-Rs não valem quase nada no mercado, as fitas cassetes podem ser produzidas de maneira caseira, de acordo com a necessidade, além de complementar a estética do selo, afeito aos sons lo-fi, gravados em quatro canais, com microfonias e ruídos vazando.
Uma das maiores dificuldades do selo, quem diria, é conseguir fitas virgens para fazer as gravações. Os cassetes não são mais produzidos no Brasil e têm que ser importados.
Clique aqui e meia a matéria na íntegra.
*Fonte: O Globo (Bruno Natal)

Pílula de Cultura Feira Preta

Carina Teixeira 2
Com uma proposta colaborativa, a Pílula de Cultura Feira Preta realiza uma edição dedicada ao Hip Hop e a importância da cultura de rua com um tema inspirado na música do artista Rappin Hood – “Se eu tô com o microfone é tudo no meu nome”.
Além disso, nesta edição será lançado o festival ”Preta in Festival”, evento que está em sua quarta edição e tem como proposta dar visibilidade para os diferentes estilos da música negra brasileira, revelando talentos locais que circulam pelo cenário underground.
O evento promoverá debates com a participação internacional da rapper espanhola com ascendência dominicana Arianna Puello Pereyra e Tiely Queen (Coletivo Hip Hop Mulher), que também é rapper, atriz, cineasta e esportista.
O evento será realizado no dia 18 de julho (domingo) na Casa das Caldeiras, a partir das 16h.
A programação contará ainda com exposição de grafite, apresentação de discotecagem e dança de rua, e o MC ficará por conta do Rapper MAX do grupo DMN, que também comandará o debate. Mais informações pelo telefone (11) 3031-2374 (11) 3031-2374 ou e-mail feirapreta@uol.com.br.

Relatório na Câmara extingue Ecad


Andrea Lombardi
Está prevista para hoje, quarta-feira (30), a votação, na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, da proposta que altera as regras para a arrecadação e a distribuição dos direitos relativos à execução pública de obras musicais e à exibição de obras audiovisuais. As novas regras estão no substitutivo do deputado Alexandre Cardoso (PSB-RJ) ao Projeto de Lei 2850/03, da Comissão de Legislação Participativa (CLP – Criada em 2001, tornou-se um novo mecanismo para a apresentação de propostas de iniciativa popular.
Recebe propostas de associações e órgãos de classe, sindicatos e demais entidades organizadas da sociedade civil, exceto partidos políticos. Todas as sugestões apresentadas à comissão são examinadas e, se aprovadas, são transformadas em projetos de lei, que são encaminhados à Mesa Diretora da Câmara e passam a tramitar normalmente.). O projeto tem origem em uma sugestão da Casa do Compositor Musical.
O texto extingue o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) e cria, em seu lugar, o Centro de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais (Cadda), sujeito a regras mais rígidas. “A relação dos artistas e produtores com o Ecad tem sido conflituosa”, justifica o relator.
Alexandre Cardoso explica porque quer acabar com o Ecad. Para ouvir a reportagem completa da Rádio Câmara, clique aqui.
Segundo ele, o Ecad executa com proficiência o recolhimento antecipado dos valores devidos aos artistas pelos direitos sobre as suas obras, mas os registros dos repasses não são publicados com regularidade, o que dificulta a fiscalização.
O deputado ressalta que o objetivo é assegurar o recebimento do dinheiro pelos artistas. “Se você conversar com cem compositores, todos vão dizer que o Ecad não cumpre a função de distribuir o valor arrecadado, e há compositores obrigados a viver de favores pessoais. Aonde está indo o dinheiro? Então, o projeto dá transparência, acaba com uma estrutura dirigida pelo mesmo grupo há 15 anos e, principalmente, cria a certeza de que o artista vai receber o dinheiro devido”, explica.
O projeto original criava uma nova lei sobre direitos autorais, e o substitutivo apenas modifica a lei atual (9.610/98). A lei garante ao autor o direito exclusivo sobre a sua obra literária, artística ou científica. Segundo a legislação, depende de autorização prévia e expressa do autor o uso de qualquer obra, por meio de quaisquer modalidades.
Gastos limitados
Com o objetivo de evitar irregularidades, o Cadda terá os seus gastos limitados a 20% do valor bruto recolhido com direito autoral, e passará por uma auditoria independente das suas contas a cada dois anos. O substitutivo estabelece que 2% da arrecadação bruta do novo órgão serão destinados a um fundo privado que viabilize projetos sociais e assistenciais em benefício dos autores associados. Ao fundo, também serão incorporados os créditos arrecadados e não reclamados após três anos.
Conforme a proposta, o órgão máximo do Cadda será um conselho diretor com cinco integrantes com mandatos de três anos, eleitos pelas associações sem fins lucrativos para o exercício e defesa dos direitos de autores. Porém, a filiação a essas associações não será necessária para receber o dinheiro do direito autoral.
O substitutivo prevê que o Ministério da Cultura estabelecerá as condições de incorporação do patrimônio, valores, recursos humanos e conhecimentos técnicos adquiridos pelo Ecad. A sede do Cadda ficará no Distrito Federal, e poderá haver escritórios regionais.
Contratos
Para proteger os autores das obras musicais, o texto do deputado Alexandre Cardoso cria regras para os contratos de edição. Segundo a legislação atual, o editor pode ser autorizado, em caráter de exclusividade, a publicar a obra e a explorá-la pelo prazo e condições pactuadas. O substitutivo de Cardoso estabelece que a taxa de participação do editor musical não excederá 20% do valor do contrato. Além disso, determina que o editor apresente a cada seis meses uma prestação de contas ao autor.
O projeto original previa a criação de uma entidade assistencial de amparo aos compositores. Porém, o relator considerou essa medida “inoportuna, por se tratar de uma possível fonte de gastos abusivos dos direitos do autor e de outras irregularidades”.
Projeto do governo
Está em consulta pública no Ministério da Cultura, até 20 de julho, um anteprojeto de lei que também altera a Lei de Direitos Autorais, fixando regras mais rígidas para o Ecad. O texto prevê que o Ministério da Cultura passará a supervisionar a atuação da entidade, que terá as suas atividades submetidas também aos sistemas brasileiros de Defesa da Concorrência e de Defesa do Consumidor.
* Fonte: Agência Câmara de Notícias (Lara Haje e Alexandre Pôrto)

sábado, 3 de julho de 2010

Alemanha vence Argentina de goleada


CIDADE DO CABO (AFP) - A Alemanha venceu - e de goleada - a seleção argentina e se classificou para a semifinal da Copa do Mundo 2010. O placar de 4-0 foi garantido com gols de Mueller, Klose (2) e Friedrich. A partida foi realizada no estádio Green Point, na Cidade do Cabo.

A Alemanha não quis dar chances ao adversário e começou partindo para o ataque e jogando muito bem. Tanto que logo aos 3 minutos, abriu o placar. Numa cobrança de falta de Schweinsteiger, Müller desviou de cabeça e mandou para o fundo das redes.

Com o gol, a A Argentina ficou visivelmente nervosa e assustada. Pelo jeito, os jogadores pensaram que a Alemanha iria jogar diferente, e não ofensiva da forma que jogou. Pela primeira vez neste Mundial, a equipe ficou atrás no placar em uma partida.

E mesmo vencendo por 1x0 a iniciativa ofensiva alemã continuava forte e europeus dominaram o confronto na etapa inicial. O trabalho coletivo alemão foi superior.

Tanto que aos 23 minutos, a Alemanha perdeu uma chance clara de ampliar o marcar. Müller saiu sozinho na direita e tocou para Klose, que finalizou para fora e perdendo um gol feito.

Com o desenrolar da partida, a Argentina teve mais posse de bola. Chegava ao ataque, mas parava sempre na marcação em volta da grande área. A primeira boa jogada do ataque argentino só foi aos 22 minutos. Tevez recebeu a bola pela dureita, tocou para Messi na meia que devolveu para o atacante. O goleiro Neuer, no entanto, se antecipou e evitou o gol argentino.

A Alemanha dominou boa parte do primeiro tempo. No entanto, depois a Argentina se acalmou, passou a tocar mais a bola e a pressionar, mas não conseguiu furar a forte zaga europeia. A equipe conseguiu fazer boas jogadas de linha de fundo e algumas penetrações na área. A Alemanha passou a viver do contragolpe.

Precisando virar a partida, a Argentina começou o segundo tempo atacando e por um tempo foi melhor que a equipe alemã. No entanto, a Alemanha voltou a jogar seu futebol superior taticamente e passou novamente a apresentar as com melhores chances.

Aos 22 minutos, caído, Müller achou Podolski livre na esquerda. O atacante cruzou para Klose que, sozinho, só empurrou para o fundo do gol.

O terceiro gol alemão aconteceu aos 28 minutos. Schweinsteiger fez belíssima jogada individual e tocou para Friedrich que apenas completou para o gol.

E fechando o ?chocolate?, mais um de Klose. Ozil recebeu na esquerda e cruzou na medida para o atacante, que emendou e fez um golaço.