quarta-feira, 30 de junho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
Mercadante lança livro na próxima terça com a presença de Lula

“Brasil: A Construção Retomada” será lançado no dia 29, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo. Livro será comercializado a R$ 34 nas livrarias
Por Cezar Xavier
Quinta-feira, 24 de junho de 2010
O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) lança às 18 horas da próxima terça-feira, 29 de junho, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, seu novo livro “Brasil: A Construção Retomada”. Editada pela Terceiro Nome, a obra é uma análise do Governo Lula, um documento completo das propostas políticas colocadas em prática nesses dois mandatos presidenciais. O presidente Lula prefacia o livro e prestigiará o lançamento.
A proposta do senador Mercadante é demonstrar ao leitor como se deu a transformação econômica e social promovida pela gestão federal do PT, que permitiu o aumento da renda média do cidadão brasileiro, a conciliação entre crescimento econômico e justiça social e a conquista do respeito internacional pelo país. Mas o livro não se restringe à economia. Avalia os desafios e progressos nacionais nas áreas social, política, ambiental, energética, da defesa, das relações exteriores e do marco regulatório do pré-sal, além de discutir as grandes perspectivas históricas que estão abertas para o país.
No prefácio, Lula rende à obra o mérito de responder às perguntas sobre medidas de sucesso, feitas por analistas brasileiros e estrangeiros que reconhecem que o Brasil pode se tornar a quinta economia mundial até 2016, conforme previsão do Banco Mundial. Para ele, as informações reunidas por Mercadante deixam claro que o Brasil só foi capaz de deixar para trás cerca de 25 anos de estagnação porque compreendeu crescimento econômico e inclusão social como faces de uma mesma moeda.
Serviço
Lançamento do Livro de Aloizio Mercadante
Local: Livraria Cultura do Conjunto Nacional
Avenida Paulista - SP
Data: 29/6, terça-feira
Horário: 17h30
Pesquisa Ibope aponta Dilma com 40% e Serra com 35%

Levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional da Indústria. Pesquisa é a primeira após as convenções
Por Com informações do G1
Quarta-feira, 23 de junho de 2010
Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta (23) em Brasília mostra a candidata do PT, Dilma Rousseff, com 40% e o candidato do PSDB, José Serra, com 35% na corrida eleitoral pela Presidência da República. Marina Silva (PV) tem 9% das intenções de voto, segundo o levantamento, encomendado ao instituto pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em relação à pesquisa anterior, Dilma subiu sete pontos.
O cenário da pesquisa que apresentou esses resultados é o que inclui somente Dilma, Serra e Marina. No cenário que reúne 12 candidatos, Dilma soma 38,2%, Serra, 32,3% e Marina, 7%.
É a primeira vez que Dilma aparece à frente de Serra fora da margem de erro. Na pesquisa CNI/Ibope anterior, realizada em março, Serra tinha 38%, Dilma, 33% e Marina, 8%. No início de junho, em outro levantamento do Ibope, divulgado no último dia 5 e feito por encomenda da TV Globo e do jornal “O Estado de S.Paulo”, Dilma e Serra apareciam empatados com 37% das intenções de voto. Marina Silva acumulava 9%.
A margem de erro do levantamento divulgado nesta quarta é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Portanto, Dilma pode ter entre 38% e 42%; Serra, entre 33% e 37%; e Marina, entre 7% e 11%.
A pesquisa é a primeira realizada após a oficialização das candidaturas de Dilma, Serra e Marina pelas convenções partidárias. O Ibope entrevistou 2.002 eleitores entre os dias 19 e 21em 140 cidades.
Disseram que votarão em branco ou nulo 6% dos entrevistados. Os que responderam que ainda não sabem em quem votar são 10%, segundo o Ibope.
Bem conhecido
Na simulação de segundo turno, Dilma teria 45% e Serra, 38%, segundo o Ibope. Na hipótese de segundo turno entre Dilma e Marina, a petista venceria por 53% a 19%. Serra ganharia de Marina por 49% a 22%.
O Ibope mediu também o grau de conhecimento do candidato apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em março, 58% reconheciam Dilma como a candidata de Lula. Na pesquisa divulgada nesta quarta, o grau de conhecimento é de 73%.
Quando os pesquisadores perguntaram aos entrevistados o grau de conhecimento de cada um dos candidatos, 13% disseram conhecer "bem" Dilma; 32%, "mais ou menos" ; 28%, "pouco"; 23% "ouviram falar" e 4% disseram não conhecer.
O candidato tucano é "bem conhecido" por 24% dos entrevistados; "mais ou menos" por 39%; "pouco" por 22%; 13% só "ouviram falar". Ninguém respondeu que não conhece José Serra.
Segundo a pesquisa, Marina Silva é "bem" conhecida por 6%; "mais ou menos" por 21%; "pouco" por 26%; 33% "ouviram falar" e 13% disseram não conhecer a candidata do PV.
Dentre os entrevistados, 23% disseram que não votariam em hipótese nenhuma em Dilma Rousseff. Os que rejeitam Serra são 30% e os que nunca votariam em Marina somam 29%.
Avaliação do governo
Segundo o levantamento, 75% consideram ótimo ou bom o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Já a avaliação pessoal do presidente atinge 85% de aprovação, recorde na série histórica da pesquisa CNI/Ibope.
O percentual dos que consideram o governo ruim ou péssimo é de 3%, segundo a pesquisa. Os que julgam o governo regular são 20%.
Na avaliação pessoal do presidente, 11% desaprovam Lula, o índice mais baixo já registrado pelo levantamento.
A pesquisa também mediu a confiança dos entrevistados no presidente Lula: 81% disseram confiar no presidente e 15% afirmaram que não confiam; 4% não responderam ou não souberam dizer.
Convenção lança 13 eixos do Programa de Governo

Caderno com as bases do Programa de Governo será distribuído no Expocenter Norte, mas já está disponível para consulta na internet
Por Cecília Figueiredo
Sexta-feira, 25 de junho de 2010
Durante a Convenção Estadual do PT-SP, neste sábado (26), no Pavilhão Vermelho do ExpoCenter Norte, a militância terá acesso à publicação, que reúne os 13 eixos que estarão contemplados no Programa de Governo de 2010. Desde já, a publicação encontra-se disponível para leitura na área de publicações da página de Programa de Governo deste site.
Organizado em três partes, o documento traz as bases para o Programa de Governo no Estado, faz uma análise das ações e políticas construídas no Governo Lula, o descompasso do estado em relação ao progresso do país e os desafios e propostas que a candidatura petista defenderá para “Mercadante mudar São Paulo, como Lula mudou o Brasil”.
O Programa de Governo definitivo será lançado em agosto, contendo as contribuições das discussões de 30 grupos temáticos, 19 regionais, além de postagens de membros da Rede Mercadante, uma rede social na internet, que será lançada durante a Convenção.
Desde as bases do Programa de Governo, é possível observar que a candidatura de Mercadante vem para anunciar um ciclo de grandes transformações. Nesse sentido, as prioridades absolutas do Governo Mercadante são Educação, Segurança Pública, Saúde, Transporte Público e Habitação. Além desses setores, a estratégia global de ação compreende 13 eixos temáticos, a saber:
1. Desenvolvimento Econômico Acelerado e Sustentável com Justiça Social
Investir nos próximos anos em projetos estratégicos de infraestrutura econômica e social, na revitalização da produção industrial e agrícola, na consolidação de um setor de serviços moderno, na melhoria da qualidade de vida e nas condições de trabalho da população paulista.
Além do emprego de qualidade, fruto do crescimento econômico, o enfrentamento da grave questão social existente em São Paulo também requer um conjunto de ações específicas e emergenciais voltadas para a inclusão social, combina¬das e articuladas.
Uma nova política para a agricultura e o desenvolvimento agrário visa, por um lado, apoiar importantes complexos agroindustriais no aumento da competitividade e na adequação ambiental e social; e, por outro, garantir aos pequenos produtores, agricultores familiares e assentados condições de prosperarem no processo produtivo e melhorarem a qualidade de vida.
O estado de São Paulo dispõe de um amplo número de renomadas instituições de pesquisa, criadas ao longo dos últimos 130 anos, com destaque para as universidades e os institutos de pesquisas. É preciso recuperar esse apreciável patrimônio humano e material, colocando-o em sintonia com o desenvolvimento tecnológico e a inovação.
Na política de transportes, é preciso avançar na direção de propostas para a reorganização dos segmentos de ferrovias, rodovias, hidrovias e aeroportos. Serão formuladas diretrizes para dois conjuntos de projetos estruturantes e de alto impacto: o primeiro com realização imediata, no período 2010-2014; e o segundo, cujos projetos deverão ser iniciados, mas seus respectivos períodos de implantação deverão exceder os quatro anos do governo.
2. Desenvolvimento Regional e Interiorização do Crescimento Econômico
Precisamos de projetos estruturantes para o interior, que levem em conta a vocação econômica das regiões.
3. Preservação Ambiental e Sustentabilidade
O desenvolvimento econômico do estado de São Paulo deve ter sustentabilidade ambiental e priorizar a conservação dos recursos naturais.
A água deve ser tratada como bem estratégico para a melhoria da qualidade de vida da população e o desenvolvimento econômico e social do estado. A falta de disposição adequada dos resíduos sólidos, a insuficiente coleta de esgotos e, sobretudo, os índices modestos de tratamento de esgotos são os principais responsáveis pela poluição dos rios que cortam o estado.
4. Nova Política de Educação
No Governo Mercadante, a Educação será prioridade absoluta. Implantaremos uma política educacional afinada com o projeto de Estado e Nação que vem sendo gestado no Brasil no governo Lula.
Trabalhará para garantir, para todos os sistemas educacionais, da pré-escola à pós-graduação, escolas onde todas as crianças, jovens adolescentes e adultos possam estudar com qualidade e conforto em prédios equipados (biblioteca, computadores, laboratórios), com segurança e pedagogia adequada.
Vai trabalhar para democratizar o acesso, a permanência, combater a evasão e a repetência, e eliminar o analfabetismo.
Junto com professores, alunos e comunidade, vai democratizar e aprimorar a gestão educacional.
5. Nova Política de Segurança Pública
É urgente uma nova política de segurança para São Paulo. A criminalidade e a violência serão enfrentadas de forma transparente, eficiente e dentro da legalidade. As diretrizes para reconstrução da política de segurança de São Paulo e o combate ao crime organizado.
6. Nova Política de Transporte Público
O enfrentamento do problema do trânsito e do transporte público, especialmente na RMSP, requer a prioridade absoluta aos transportes de alta capacidade (metrô e trem), cujas malhas devem ser articuladas e complementadas por corredores exclusivos de ônibus e sistemas de metrô de baixa capacidade (VLT e Monotrilhos).
7. Nova Política de Saúde
O Governo Mercadante vai revitalizar o SUS em todo o estado de São Paulo, para que possa oferecer um atendimento digno e eficiente, valorizando os profissionais da saúde para que todos trabalhem motivados e comprometidos com a qualidade da saúde.
8. Melhoria da Infraestrutura Urbana Social
O Governo Mercadante vai romper com o longo ciclo de falta de planejamento e a ausência de compromisso com soluções integradas para o desenvolvimento urbano.
A despeito de sua importância relativa, as Regiões Metropolitanas do Estado de São Paulo não dispõem de um efetivo sistema de gestão institucional.
O estado de São Paulo possui déficit habitacional de grande monta, concentrado nas famílias com renda familiar per capita igual ou inferior a três salários mínimos mensais.
9. Promoção da Cidadania e Inclusão Social
O Governo Mercadante vai revitalizar o Sistema Único de Assistência Social (Suas) em todo o estado de São Paulo em consonância com a Lei Orgânica da Assistência Social (Loas).
Tendo em vista os Jogos Olímpicos de 2016, que serão sediados no Brasil, vamos valorizar o esporte como propulsor da qualidade de vida de todas as faixas da população.
O Governo Mercadante priorizará a criação de políticas publicas para proteção e defesa dos direitos da criança e adolescente.
Frente aos avanços do governo Lula na área de cultura e a partir do acúmulo de realizações nas diversas gestões petistas em cidades e outros estados, o Governo Mercadante definirá políticas públicas de cultura.
Inspirado na experiência do Governo Lula, o Governo Mercadante terá diretrizes para formulação de uma política estadual que assegure a efetiva cidadania aos segmentos LGBT.
Para garantir os direitos das pessoas com deficiência, assegurados pela Constituição, as principais diretrizes devem caminhar no sentido de ampliar a acessibilidade.
Atualmente, mais de quatro milhões de idosos vivem em São Paulo. A grande maioria está excluída de qualquer tipo de ação governamental. O Programa de Governo de Mercadante apresentará propostas visando rever esse quadro.
10. Nova Política para a Juventude
Cabe ao governo Estadual a responsabilidade de equacionar as demandas, oferecer perspectivas de futuro e propiciar cidadania aos milhões de jovens paulistas, reconhecendo seus direitos.
11. Igualdade entre Mulheres e Homens
A promoção da igualdade entre mulheres e homens será um dos eixos estruturantes do Governo Mercadante. A preocupação em promover a igualdade estará presente nas diversas políticas públicas, articuladas de maneira transversal e com o arranjo institucional necessário para coordenar o conjunto de ações nas diferentes áreas de governo.
12. Promoção da Igualdade Racial
Embora o racismo ainda seja um traço da sociedade brasileira, nas últimas décadas, várias instituições da sociedade e do estado estão mais abertas à necessidade da promoção da igualdade racial. Isto aconteceu graças à pressão exercida pelo Movimento Negro em sua luta anti-racismo. O Governo Mercadante será sensível às reivindicações do Movimento Negro e atuará no sentido de ampliar as políticas de promoção da igualdade racial.
13. Democracia, Participação e Controle Social
Finalmente, este último eixo prioritário contempla a questão da democracia, participação e controle social. Ampliar a participação popular nas decisões é fortalecer e aprofundar a democracia, permitindo a construção de uma sociedade mais justa. Mais ainda, a participação popular deve ser o alicerce para um novo processo de desenvolvimento econômico e social, levando em consideração as diferenças regionais, articulando a população em todos os lugares e reduzindo as desigualdades existentes no Estado. A existência de espaços de participação permitirá que os mais diversos segmentos da sociedade paulista, em todas as regiões do estado, se apresentem, revelando suas experiências, opiniões e sugestões para a construção de uma vida melhor.
Por Cecília Figueiredo
Sexta-feira, 25 de junho de 2010
Durante a Convenção Estadual do PT-SP, neste sábado (26), no Pavilhão Vermelho do ExpoCenter Norte, a militância terá acesso à publicação, que reúne os 13 eixos que estarão contemplados no Programa de Governo de 2010. Desde já, a publicação encontra-se disponível para leitura na área de publicações da página de Programa de Governo deste site.
Organizado em três partes, o documento traz as bases para o Programa de Governo no Estado, faz uma análise das ações e políticas construídas no Governo Lula, o descompasso do estado em relação ao progresso do país e os desafios e propostas que a candidatura petista defenderá para “Mercadante mudar São Paulo, como Lula mudou o Brasil”.
O Programa de Governo definitivo será lançado em agosto, contendo as contribuições das discussões de 30 grupos temáticos, 19 regionais, além de postagens de membros da Rede Mercadante, uma rede social na internet, que será lançada durante a Convenção.
Desde as bases do Programa de Governo, é possível observar que a candidatura de Mercadante vem para anunciar um ciclo de grandes transformações. Nesse sentido, as prioridades absolutas do Governo Mercadante são Educação, Segurança Pública, Saúde, Transporte Público e Habitação. Além desses setores, a estratégia global de ação compreende 13 eixos temáticos, a saber:
1. Desenvolvimento Econômico Acelerado e Sustentável com Justiça Social
Investir nos próximos anos em projetos estratégicos de infraestrutura econômica e social, na revitalização da produção industrial e agrícola, na consolidação de um setor de serviços moderno, na melhoria da qualidade de vida e nas condições de trabalho da população paulista.
Além do emprego de qualidade, fruto do crescimento econômico, o enfrentamento da grave questão social existente em São Paulo também requer um conjunto de ações específicas e emergenciais voltadas para a inclusão social, combina¬das e articuladas.
Uma nova política para a agricultura e o desenvolvimento agrário visa, por um lado, apoiar importantes complexos agroindustriais no aumento da competitividade e na adequação ambiental e social; e, por outro, garantir aos pequenos produtores, agricultores familiares e assentados condições de prosperarem no processo produtivo e melhorarem a qualidade de vida.
O estado de São Paulo dispõe de um amplo número de renomadas instituições de pesquisa, criadas ao longo dos últimos 130 anos, com destaque para as universidades e os institutos de pesquisas. É preciso recuperar esse apreciável patrimônio humano e material, colocando-o em sintonia com o desenvolvimento tecnológico e a inovação.
Na política de transportes, é preciso avançar na direção de propostas para a reorganização dos segmentos de ferrovias, rodovias, hidrovias e aeroportos. Serão formuladas diretrizes para dois conjuntos de projetos estruturantes e de alto impacto: o primeiro com realização imediata, no período 2010-2014; e o segundo, cujos projetos deverão ser iniciados, mas seus respectivos períodos de implantação deverão exceder os quatro anos do governo.
2. Desenvolvimento Regional e Interiorização do Crescimento Econômico
Precisamos de projetos estruturantes para o interior, que levem em conta a vocação econômica das regiões.
3. Preservação Ambiental e Sustentabilidade
O desenvolvimento econômico do estado de São Paulo deve ter sustentabilidade ambiental e priorizar a conservação dos recursos naturais.
A água deve ser tratada como bem estratégico para a melhoria da qualidade de vida da população e o desenvolvimento econômico e social do estado. A falta de disposição adequada dos resíduos sólidos, a insuficiente coleta de esgotos e, sobretudo, os índices modestos de tratamento de esgotos são os principais responsáveis pela poluição dos rios que cortam o estado.
4. Nova Política de Educação
No Governo Mercadante, a Educação será prioridade absoluta. Implantaremos uma política educacional afinada com o projeto de Estado e Nação que vem sendo gestado no Brasil no governo Lula.
Trabalhará para garantir, para todos os sistemas educacionais, da pré-escola à pós-graduação, escolas onde todas as crianças, jovens adolescentes e adultos possam estudar com qualidade e conforto em prédios equipados (biblioteca, computadores, laboratórios), com segurança e pedagogia adequada.
Vai trabalhar para democratizar o acesso, a permanência, combater a evasão e a repetência, e eliminar o analfabetismo.
Junto com professores, alunos e comunidade, vai democratizar e aprimorar a gestão educacional.
5. Nova Política de Segurança Pública
É urgente uma nova política de segurança para São Paulo. A criminalidade e a violência serão enfrentadas de forma transparente, eficiente e dentro da legalidade. As diretrizes para reconstrução da política de segurança de São Paulo e o combate ao crime organizado.
6. Nova Política de Transporte Público
O enfrentamento do problema do trânsito e do transporte público, especialmente na RMSP, requer a prioridade absoluta aos transportes de alta capacidade (metrô e trem), cujas malhas devem ser articuladas e complementadas por corredores exclusivos de ônibus e sistemas de metrô de baixa capacidade (VLT e Monotrilhos).
7. Nova Política de Saúde
O Governo Mercadante vai revitalizar o SUS em todo o estado de São Paulo, para que possa oferecer um atendimento digno e eficiente, valorizando os profissionais da saúde para que todos trabalhem motivados e comprometidos com a qualidade da saúde.
8. Melhoria da Infraestrutura Urbana Social
O Governo Mercadante vai romper com o longo ciclo de falta de planejamento e a ausência de compromisso com soluções integradas para o desenvolvimento urbano.
A despeito de sua importância relativa, as Regiões Metropolitanas do Estado de São Paulo não dispõem de um efetivo sistema de gestão institucional.
O estado de São Paulo possui déficit habitacional de grande monta, concentrado nas famílias com renda familiar per capita igual ou inferior a três salários mínimos mensais.
9. Promoção da Cidadania e Inclusão Social
O Governo Mercadante vai revitalizar o Sistema Único de Assistência Social (Suas) em todo o estado de São Paulo em consonância com a Lei Orgânica da Assistência Social (Loas).
Tendo em vista os Jogos Olímpicos de 2016, que serão sediados no Brasil, vamos valorizar o esporte como propulsor da qualidade de vida de todas as faixas da população.
O Governo Mercadante priorizará a criação de políticas publicas para proteção e defesa dos direitos da criança e adolescente.
Frente aos avanços do governo Lula na área de cultura e a partir do acúmulo de realizações nas diversas gestões petistas em cidades e outros estados, o Governo Mercadante definirá políticas públicas de cultura.
Inspirado na experiência do Governo Lula, o Governo Mercadante terá diretrizes para formulação de uma política estadual que assegure a efetiva cidadania aos segmentos LGBT.
Para garantir os direitos das pessoas com deficiência, assegurados pela Constituição, as principais diretrizes devem caminhar no sentido de ampliar a acessibilidade.
Atualmente, mais de quatro milhões de idosos vivem em São Paulo. A grande maioria está excluída de qualquer tipo de ação governamental. O Programa de Governo de Mercadante apresentará propostas visando rever esse quadro.
10. Nova Política para a Juventude
Cabe ao governo Estadual a responsabilidade de equacionar as demandas, oferecer perspectivas de futuro e propiciar cidadania aos milhões de jovens paulistas, reconhecendo seus direitos.
11. Igualdade entre Mulheres e Homens
A promoção da igualdade entre mulheres e homens será um dos eixos estruturantes do Governo Mercadante. A preocupação em promover a igualdade estará presente nas diversas políticas públicas, articuladas de maneira transversal e com o arranjo institucional necessário para coordenar o conjunto de ações nas diferentes áreas de governo.
12. Promoção da Igualdade Racial
Embora o racismo ainda seja um traço da sociedade brasileira, nas últimas décadas, várias instituições da sociedade e do estado estão mais abertas à necessidade da promoção da igualdade racial. Isto aconteceu graças à pressão exercida pelo Movimento Negro em sua luta anti-racismo. O Governo Mercadante será sensível às reivindicações do Movimento Negro e atuará no sentido de ampliar as políticas de promoção da igualdade racial.
13. Democracia, Participação e Controle Social
Finalmente, este último eixo prioritário contempla a questão da democracia, participação e controle social. Ampliar a participação popular nas decisões é fortalecer e aprofundar a democracia, permitindo a construção de uma sociedade mais justa. Mais ainda, a participação popular deve ser o alicerce para um novo processo de desenvolvimento econômico e social, levando em consideração as diferenças regionais, articulando a população em todos os lugares e reduzindo as desigualdades existentes no Estado. A existência de espaços de participação permitirá que os mais diversos segmentos da sociedade paulista, em todas as regiões do estado, se apresentem, revelando suas experiências, opiniões e sugestões para a construção de uma vida melhor.
“Vou fazer em São Paulo o que Lula fez no Brasil”, diz Mercadante
Durante Convenção do PT-SP, Mercadante apontou as propostas que devem avançar as políticas de desenvolvimento para o estadoPor Cezar Xavier
Sábado, 26 de junho de 2010
A importância de sintonizar o governo Lula com a futura administração de São Paulo foi a tônica da Convenção Estadual do Partido dos Trabalhadores que, neste sábado, 26 de junho, oficializou as candidaturas de Aloizio Mercadante para governador, do professor Antonio Clóvis “Coca” Ferraz para vice e de Marta Suplicy e Netinho de Paula para o Senado. “Vou fazer em São Paulo o que Lula fez pelo Brasil”, afirmou Mercadante, sendo ovacionado por mais de 10 mil pessoas no Expo Center Norte, na capital paulista. A base de seu programa de governo foi distribuída e Mercadante avançou no detalhamento de propostas para as áreas de Educação, Saúde, Transportes e Segurança.
“Quero ser o governador da Educação”, frisou Mercadante, ao eleger a prioridade de seu programa de governo. “A Educação é a porta para o futuro, é o que vai nos permitir crescer mais, distribuir renda, gerar mais empregos e melhorar a qualidade de vida da população”, acrescentou. Entre as propostas para o Estado de São Paulo, Mercadante citou a intenção de investir na pré-escola, em parceria com as prefeituras, de ampliar o ensino universitário estadual para diversas regiões do interior e de implantar o ensino integral com período reservado para o ensino profissionalizante. “Além disso, não vamos ter Educação de qualidade se não valorizarmos o professor. É preciso aumentar os salários, ter um plano de carreira e formação permanente”, pontuou Mercadante.
Em seguida, o candidato a governador entrou na questão da Segurança, ao revelar que vai priorizar o policiamento ostensivo na porta das escolas, inclusive com câmeras de filmagem de alta definição, para coibir a violência e o tráfico de drogas. “ Quero criar as Patrulhas Intensivas do Bairros, para aproximar a comunidade da polícia. E, assim como todas as categorias do funcionalismo público, que vem sendo maltratadas pelo governo estadual, vamos valorizar os salários dos policiais”, atalhou Mercadante, que abordou em seguida a necessidade de interiorizar a economia de São Paulo. “Hoje, 440 municípios respondem por apenas 5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. Vamos criar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e dar mais oportunidade para a juventude no interior”.
Transportes – Ao comentar a escolha de Coca Ferraz, do PDT, para vice-governador em sua chapa, Mercadante ressaltou sua qualidade como especialista em Transportes. “Em meu governo, vou dobrar a capacidade de atendimento para os usuários de trens metropolitanos. Vou criar o Fundo de Aceleração do Sistema de Transportes, para garantir os recursos para o transporte nos grandes centros e para recuperar o transporte ferroviário que um dia impulsionou a economia no interior do Estado e que depois foi sucateado e privatizado. Ligaremos várias das principais cidades com trem rápido”, detalhou o candidato. Sobre Saúde, Mercadante afirmou que a prioridade será o investimento em prevenção e diagnóstico, além de estabelecer mais parcerias com os programas do governo federal.
Professor da USP especialista em transporte será vice de Mercadante
Coca Ferraz explicou algumas de suas propostas: subsídio ao transporte coletivo, combate à violência no trânsito e nas estradas e luta contra a expansão dos pedágios
Por www.mercadante.com.br
A chapa do PT para a disputa ao governo do estado de São Paulo está formada. O professor da USP São Carlos e especialista em transporte, Antonio Clóvis Pinto Ferraz (PDT), foi oficializado, na tarde desta sexta-feira (25/06), como vice de Aloizio Mercadante. O senador, que também é professor, explicou que a indicação de Coca Ferraz mostra a importância de duas de suas principais propostas: prioridade absoluta da educação e desenvolvimento do interior.
“Nós queremos interiorizar o desenvolvimento do estado. São Paulo precisa olhar para o interior de outra forma. Nós não podemos aceitar que 440 cidades representem apenas 5% do PIB do estado. Isso vai ter que mudar”, defendeu Mercadante. Segundo o senador Mercadante, Coca Ferraz será essencial nesse projeto, que inclui diversos desafios no setor de transportes.
Coca Ferraz explicou algumas de suas propostas: subsídio ao transporte coletivo, combate à violência no trânsito e nas estradas e luta contra a expansão dos pedágios. “Os pedágios estão muito caros no estado de São Paulo. Eles têm aumentado o custo dos produtos e têm impedido as pessoas de viajar. Dependendo da viagem, o pedágio custa mais que o combustível”, afirmou.
A homologação da candidatura da chapa de Aloizio Mercadante e Coca Ferraz acontecerá neste sábado (26/06) na Convenção Estadual do PT-SP. O evento começa às 09h no Expo Center Norte, na capital paulista.
Perfil - Coca Ferraz é de uma família do município de Rincão, região de Araraquara. Além de professor titular da USP, é consultor de transportes do Banco Mundial. Nessa função, auxiliou a implementação de políticas de tráfego em várias cidades do mundo, como na Cidade do México.
Por www.mercadante.com.br
A chapa do PT para a disputa ao governo do estado de São Paulo está formada. O professor da USP São Carlos e especialista em transporte, Antonio Clóvis Pinto Ferraz (PDT), foi oficializado, na tarde desta sexta-feira (25/06), como vice de Aloizio Mercadante. O senador, que também é professor, explicou que a indicação de Coca Ferraz mostra a importância de duas de suas principais propostas: prioridade absoluta da educação e desenvolvimento do interior.
“Nós queremos interiorizar o desenvolvimento do estado. São Paulo precisa olhar para o interior de outra forma. Nós não podemos aceitar que 440 cidades representem apenas 5% do PIB do estado. Isso vai ter que mudar”, defendeu Mercadante. Segundo o senador Mercadante, Coca Ferraz será essencial nesse projeto, que inclui diversos desafios no setor de transportes.
Coca Ferraz explicou algumas de suas propostas: subsídio ao transporte coletivo, combate à violência no trânsito e nas estradas e luta contra a expansão dos pedágios. “Os pedágios estão muito caros no estado de São Paulo. Eles têm aumentado o custo dos produtos e têm impedido as pessoas de viajar. Dependendo da viagem, o pedágio custa mais que o combustível”, afirmou.
A homologação da candidatura da chapa de Aloizio Mercadante e Coca Ferraz acontecerá neste sábado (26/06) na Convenção Estadual do PT-SP. O evento começa às 09h no Expo Center Norte, na capital paulista.
Perfil - Coca Ferraz é de uma família do município de Rincão, região de Araraquara. Além de professor titular da USP, é consultor de transportes do Banco Mundial. Nessa função, auxiliou a implementação de políticas de tráfego em várias cidades do mundo, como na Cidade do México.
terça-feira, 22 de junho de 2010
O destempero de Dunga
Por Marilia Ruiz
Não se trata de um texto corporativista.Trata-se de prezar pela boa educação.
Dunga tem seus métodos, suas vitórias e seu histórico (quase) irretocável, até aqui, no comando da Seleção. Ótimo.
Dunga tem suas manias. Okay.
Dunga quis mudar o modus operandi da cobertura jornalística da Seleção Brasileira - e nisso tem mais méritos do que deméritos.
Mas falta de educação não funciona em lugar algum do mundo. Muito menos em uma cerimônia oficial da Fifa após mais uma vitória do seu time (só o mais famoso do mundo) na Copa do Mundo (maior evento esportivo do planeta).
As palavras baixas e impublicáveis ditas pelo técnico para o jornalista da Globo Alex Escobar representam o ápice de uma história de birrinhas e diz-que-disse entre Dunga e a imprensa.
Trata-se de uma briga que ele alimenta há 20 anos, desde quando foi apontado como o símbolo da derrota na Copa de 1990. Para quem não se lembra, quatro anos depois, Dunga levantou a taça de campeão do mundo gritando palavrões para os fotógrafos e câmeras do mundo inteiro captar.
Os motivos pelos quais ele elegeu os jornalistas como os principais rivais neste Mundial não são muito claros (e por vezes são irracionais), mas nada justifica o destempero na coletiva de ontem.
Um homem patriota deveria apreciar a democracia e as várias maneiras de pensar.
Dunga não ofendeu só Alex Escobar, mas todos que estavam naquela sala de imprensa e também (principalmente) todos que assistiram à coletiva: gente muito mais numerosa do que aqueles que ele quis atingir.
Dunga não estava lá sentado como todos os holofotes para ele direcionados por causa de nada: ali estava a “pessoa jurídica” técnico da Seleção Brasileira. Ele tinha que respeitar o cargo.
Para quem não sabe o que aconteceu: Dunga interrompeu a entrevista para interpelar Escobar. "Você está falando comigo?" O jornalista não estava. Ele falava com o colega Tadeu Schmidt ao telefone e, quando balançou a cabeça negativamente, Dunga imaginou que estava discordando de sua resposta. Foi o bastante para que o técnico passasse quase meia hora resmungando palavrões captados com clareza pelo sistema de som da sala de imprensa. Uma vergonha.
Respeito é bom e todo mundo gosta. Todo mundo. Em qualquer lugar do mundo.
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