terça-feira, 13 de abril de 2010

Serra e Dilma empatam em pesquisa Sensus

BRASÍLIA (Reuters) - Pesquisa do Instituto Sensus divulgada nesta terça-feira indica empate técnico entre os pré-candidatos José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) na sucessão presidencial de outubro.

A sondagem, encomendada e divulgada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado de São Paulo (Sintrapav), mostra Serra com 32,7 por cento das intenções de voto e Dilma, com 32,4 por cento. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 por cento.

O deputado Ciro Gomes (PSB) aparece com 10,1 por cento e a senadora Marina Silva (PV), com 8,1 por cento.

No cenário sem Ciro Gomes, Serra fica com 36,8 por cento, Dilma com 34,0 por cento e Marina, com 10,6 por cento.

Foram entrevistadas 2 mil pessoas entre 5 e 9 de abril em 136 municípios de 24 Estados.

No registro original da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) constava outro contratante, o Sindecrep (sindicato de trabalhadores em concessionárias de rodovias) de São Paulo, segundo reportagem publicada no sábado pela Folha de S.Paulo. Segundo o jornal, o Sensus corrigiu o erro.

Existe ainda outra questão em relação à sondagem. Foi feito um pedido de impugnação à pesquisa apresentado pelo PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro), que informa já ter pré-candidato à eleição presidencial e reivindica participar da pesquisa. Seu presidente é Levy Fidelix. O caso está sendo analisado pelo ministro-relator Joelson Dias.

Em fevereiro, o Sensos divulgou a tradicional pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte. Na sondagem, Serra tinha 33,2 por cento e Dilma, 27,8 por cento. Ciro aparecia com 11,9 por cento e Marina com 6,8 por cento.

No mês passado, o Datafolha apontou vantagem de 9 pontos para Serra (36 por cento frente a 27 por cento).

(Reportagem de Raymond Colitt)

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Quer acabar com a violência? Ensine música nas escolas

No meio de tantas notícias ruins, de tantas barbaridades acontecendo nas ruas e do festival de besteiras que assola o Brasil, voltei a lembrar de uma luz no fim do túnel que, infelizmente, ainda não foi colocada em prática: a aprovação por unanimidade – e em decisão terminativa – do projeto de lei que torna obrigatório o ensino de Música nas escolas de educação básica, elaborado há algum tempo pela senadora Roseana Sarney (PMDB-MA), que a Comissão de Educação, então presidida por Cristovam Buarque (PDT-DF), aceitou como alteração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
Segundo a proposta, o ensino de música será ministrado por professores com formação específica na área e as escolas terão três anos letivos para se adaptarem às mudanças. Outro ponto bastante significativo é que a proposta aprovada não determina que a disciplina seja ministrada de maneira independente, mas que seja trabalhada de forma integrada às demais matérias da área de Artes.
Esta é uma velha tecla na qual venho batendo por anos, mas que só recentemente voltou a ser amplamente discutida até mesmo em audiências públicas. Qualquer pessoa com um mínimo de intelecto sabe que o ensino obrigatório de Música é um consenso não apenas entre os profissionais da área.

Molecada que pensa em música hoje não faz besteiras no futuro.
Tenho certeza absoluta que a agressividade do ser humano está relacionada à falta de sensibilidade e nada melhor que a música para despertar emoções que ajudem a diminuir impulsos de violência. Para você ter uma idéia, algumas escolas que incluíram a Música em seus currículos registraram uma redução drástica na porcentagem de problemas relacionados ao comportamento de seus alunos.
Isso sem contar o desenvolvimento do raciocínio e da auto-estima das crianças, o que leva certamente a um apelo à socialização. Mais óbvio ainda é que a obrigatoriedade do ensino da disciplina vai garantir um novo mercado de trabalho específico para os músicos brasileiros.
Agora, pense comigo: não seria muito oportuno pegar carona neste fato e estender o ensino de Música às penitenciárias de todo o País?
O momento em questão é propício para deixar de lado qualquer tipo de “mimimi” subjetivo que possa interferir imediatamente no resultado final da questão. A jogada agora é todos ficarmos atentos à implementação da lei pelo Conselho Nacional de Educação, que fiscalizemos todos os passos para a regulamentação efetiva, que especialistas do setor articulem com o Ministério da Educação e Cultura um sério debate a respeito da dimensão orçamentária que será destinada ao projeto, da qualificação dos professores, da maneira como o conteúdo das aulas poderá levar a uma interdisciplinariedade…
Sim, é isso mesmo! É preciso que tudo isso seja feito também visando a ramificação cultural, visto que centenas de temas sociais presentes nas letras das músicas podem muito bem servir de incentivo ao debate, à reflexão e até mesmo à interpretação de textos. Quer coisa mais legal do que a Música funcionando como uma ponte entre a pluralização de valores e a diversidade cultural, étnica e religiosa, levando as crianças a experimentarem contato com os sons de diferentes culturas, como a africana, a oriental e a indígena?
Se você, que está lendo estas mal traçadas linhas neste exato momento, for pai ou mãe, imagine como será valioso ver seu filho experimentando novas experiências musicais, tendo seu interesse despertado para a música erudita, por exemplo, passando a entender o contexto histórico e cultural em que algumas lendárias composições foram criadas.
Se é verdade que cada pessoa ouve a música à sua própria maneira, será fascinante ver os alunos expressando a música por intermédio de outras formas de arte – desenhos, filmes, peças de teatro.
Você pode achar que estou delirando, mas a aprovação dessa lei me deixou com um entusiasmo quase juvenil. Estou cansado de testemunhar a defenestração emocional e burra que castiga quem pensa em elevar o nível cultural deste País. Tem momentos em que penso que estou passando por um corredor polonês – emocional e ideológico – formado por verdadeiros asnos, que choram emocionados com o romantismo rasteiro das novelas e das músicas ruins que se ouvem em todos os lugares possíveis e imagináveis, que já estão literalmente arreganhados para a futilidade que escorre como uma gosma espumante dos programas de TV, que teimam em reverberar trocadilhos infames, piadas patéticas, especulações sinistras e frases de pára-choque de caminhão.
Que a aprovação deste Projeto de Lei seja apenas o começo da valorização da
arte e da música como fator fundamental na formação das crianças. Serão elas que, no futuro, sentirão os efeitos que a educação pela música vai trazer para a formação do ser humano e para o surgimento de uma cultura democrática que valorize a diversidade, a sensibilidade, a tolerância e, claro, a cidadania.
Pense nisso…


Regis Tadeu é editor das revistas Cover Guitarra, Cover Baixo e Batera, diretor de redação da Editora Aloha, crítico musical/jurado do Programa Raul Gil e apresenta/produz na Rádio USP (93,7) o programa Rock Brazuca

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Sábado tem Lampião e Maria Bonita no CEC KKKK


Nesse sábado dia 10 de abril, acontece mais uma apresentação do Circuito Cultural Paulista no Auditório do CEC KKKK. Desta vez a peça é “Lampião e Maria Bonita no Reino Divino” com o Grupo de Teatro Travessia.
A peça fala de um contador de estórias que mostra o que aconteceu com os ícones do cangaço e seus amigos, depois que morreram. Lampião e seu amigo Severino Mansidão, que não era o exemplo de valentia no bando, foram parar no inferno, onde cuspir fogo era normal. Já Maria Bonita e sua inseparável amiga, Creuza Espiritera, mulher apaixonada pela sensibilidade de Mansidão, foram agraciadas com o céu, que era uma monotonia só. Os quatro querem é ficar juntos e, para isso, vão usar toda a astúcia e valentia. Este espetáculo é uma realização da Secretaria do Estado da Cultura em parceria com a Divisão de Atividades Culturais – DAC e da Prefeitura de Registro e co-produção da Associação Paulista dos Amigos da Arte – APAA.

Cultura e Educação levam centenas de crianças ao teatro







Na última segunda-feira a Divisão de Atividades Culturais - DAC em parceria com o Departamento de Educação proporcionaram aos alunos da rede municipal de ensino, o espetáculo “Calota e Gasolina em Trânsito” com a Cia. de Teatro GG Proarte no Auditório do CEC KKKK. Foram três sessões com um público estimado em mais de seiscentas crianças que se divertiram e aprenderam muito sobre educação no trânsito. Além de alunos da rede, também assistiram a peça alunos da APAE de Registro.
O espetáculo, além de ser divertido, chama a atenção para o nosso cotidiano, buscando a conscientização para um trânsito mais seguro com ensinamentos como educação, respeito, solidariedade e responsabilidade.




segunda-feira, 5 de abril de 2010

Praça de Lazer agita o Domingo de Páscoa






















O domingo de Páscoa foi marcado por muita diversão no Parque Beira Rio. Desde as 15 horas as crianças divertiram-se a valer com Pula-Pula Inflável, Escorregador Inflável, Cama Elástica e Pintura Facial até as 19 horas.
Centenas de crianças devidamente acompanhadas por pais ou algum responsável brincaram e dançaram muito ao som das músicas executadas pelo DJ Michael Fox que não deixou ninguém parado.
Além disso, vários ambulantes faturaram vendendo sorvetes, algodão doce, churros, tapioca, pipoca e bexigas durante todo o evento.
A Praça de Lazer do Domingo de Páscoa foi uma realização da Prefeitura de Registro, Divisão de Lazer e Divisão de Atividades Culturais.

Baile de Aleluia “Folia na Praça” atrai milhares de pessoas









































































































































































































Milhares de pessoas lotaram a Praça Beira no último sábado dia 03 de Abril para se divertir no Baile de Aleluia promovido pela Prefeitura de Registro.
O Baile de Aleluia “Folia na Praça” teve início às 22 horas com a apresentação do radialista Nelsinho Rodrigues da Rádio Amiga FM, que fez muitas brincadeiras com o público presente. Logo em seguida o palco ficou por conta da Banda Amigos que tocou todos os ritmos até as 02 da manhã.
De acordo com a Polícia Militar, a Unidade de Saúde e a Equipe de Apoio nenhuma ocorrência de qualquer espécie foi registrada, provando que o povo registrense sabe se divertir sem abusos e sem violência.
A diversão foi tanta que quando a Banda Amigos começou a tocar as marchinhas de carnaval, vários “trenzinhos” foram formados percorrendo toda a praça. Durante a execução dos forrós os casais não perderam tempo e arrastaram o pé.
No intervalo de quinze minutos da banda, o locutor Nelsinho Rodrigues agitou o público com o concurso “Rebolation” premiando um casal com camisetas da Rádio Amiga Fm.
No final da festa, o cantor André Bonadia e toda a banda aplaudiram a população pela participação saudável durante toda a noite.
O Chefe da DAC Fábio Tognin, agradece a todos os Departamentos que de alguma forma ajudaram na realização do evento e a Policia Militar do Estado de São Paulo pela atenção durante toda a noite.
O Baile de Aleluia “Folia na Praça” foi uma realização da Prefeitura de Registro, Divisão de Atividades Culturais e Comissão Organizadora.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Regis Tadeu comenta os melhores e os piores show do mês

Todo mês, o colunista Regis Tadeu (leia as colunas dele)comenta a agenda de shows do Yahoo!. Ácido como sempre, o crítico músical dá a dica das apresentações que você não pode perder e os shows que você não deve passar nem perto.

JON SECADA E MARINA ELALI
08 - São Paulo - HSBC Brasil; 10 - Rio de Janeiro - Vivo Rio
Quem é diabético está proibido de ir a esse show, tamanha é a dose de "sacarose brega" resultante da parceria destes dois seres cantantes - ou melhor, "sussurrantes gritadores", já que ambos desconhecem um troço chamado "bom senso". Se você mesmo assim ignorar o meu conselho, esteja preparado para ouvir uma avalanche canções ditas "românticas" mais fracas que sopa de albergue noturno.

CHARLIE BROWN JR & RAIMUNDOS
09 - São Paulo - HSBC Brasil
O show dessas duas bandas que insistem em arrastar correntes por aí, tais quais dois zumbis perdidos em uma noite suja, promete ser um deleite apenas para quem tem idade mental inferior a treze anos. Para piorar, o que sobrou dos Raimundos vem com o vocalista Tico Santa Cruz, do Detonautas, em um evidente erro de escalação. Meu Deus...

MARIA BETHÂNIA
09, 10 e 11 -- São Paulo - Citibank Hall
Confesso que nunca fui fã da temperamental cantora baiana, mas é preciso reconhecer que esse show novo que ela vem apresentando é muito legal, principalmente por causa do repertório e da extraordinária banda que a acompanha. Até mesmo Bethânia está cantando melhor do que nunca, deixando de lado aqueles maneirismos histriônicos do passado e imprimindo interpretações quase emocionantes. Preste atenção à belíssima "Balada de Gisberta"...

MATISYAHU
11 -- São Paulo - Via Funchal
O cara por si só já é uma figura - um judeu ortodoxo doidão e chapado em reggae -, mas o que é estranho no início logo vira surpresa agradável, já que ele manda muito bem ao vivo. Sua voz é potente na medida certa para dar contornos empolgantes às suas belas canções. A turma do "chinelo cheio de areia" vai ter orgasmos múltiplos; já quem é uma pessoa normal - como eu e você - deve curtir um show bacana.

PLACEBO
13 -- Porto Alegre - Pepsi On Stage; 14 - Curitiba - Master Hall; 16 - Belo Horizonte - Chevrolet Hall; 17 -São Paulo - Credicard hall
Apesar de o trio vir ao Brasil divulgar um novo disco que ninguém deu bola, os caras costumam tocar bem, estão com um novo (e bom) baterista e as canções antigas vão garantir o resto. Quem gosta do trabalho da banda não pode perder...

SIMPLY RED
16 - Olinda - Chevrolet Hall; 20 - São Paulo - Credicard Hall; 21 - Belo Horizonte - Chevrolet Hall ; 23 -Rio de Janeiro - Citibank Hall
Já deu, né? Não é à toa que esta é a turnê de despedida do vocalista Mick Hucknall, que nos últimos anos andou perambulando por aí com uma série de músicos contratados. Ninguém agüenta mais ouvi-lo cantando aquelas musiquinhas bem polidas, limpas, sem um pingo de hormônio, típicas para embalar romances entre patrões e secretárias, incapazes de reconhecer o soul de plástico que o ruivo cantor sempre fez. Turnê de despedida, Hucknall? Já vai tarde...

JONATHAN RICHMAN
15 e 16 - Choperia do SESC-Pompeia
Ele foi o líder de uma das mais cultuadas bandas dos anos 70 - Modern Lovers -, mas as apresentações que ele fará no Brasil em nada vão lembrar o seu passado. Armado de um violão e auxiliado apenas por um baterista, Richman vai cantar músicas novas muito chatas e contar histórias que muita gente não vai entender. Vá por sua conta e risco, mas depois não diga que eu não avisei...

MONOBLOCO
16 - Rio de Janeiro - Vivo Rio
Apesar de bem tocado, o som o Monobloco é a extensão dessa onda "o novo samba da Lapa" que o Rio de Janeiro vem tentando levar a outros Estados, ou seja, um troço chato pra cacete, que serve apenas para dar uma aura de intelectualidade a algo que mais se assemelha a uma micareta com pose de grã-fina. Evidentemente, é o show ideal para playboys e pseudogaranhões pegarem umas "periguetes"...

GILBERTO GIL
17 -- Rio de Janeiro - Vivo Rio
Agora que já passou o Carnaval, Gilberto Gil pode parar de fingir que gosta do Asa de Águia e fazer o som que realmente gosta de fazer, tocando músicas bacanas com uma formação inusitada, em trio, com dois violões - um deles pilotado por seu filho, Bem Gil - e o cello de Jaques Morelembaum. Pode comprar os ingressos sem hesitar...

SOCIAL DISTORTION
17 -- São Paulo - Via Funchal
Se a qualidade de som estiver legal, provavelmente será o show do ano! As canções da banda são não menos que sensacionais - se tocarem 1/3 do álbum Somewhere Between the Heaven and Hell, você vai chorar e pular como uma criança de sete anos de idade. Sem contar que o líder do grupo, Mike Ness, é carismático até a medula. Se você gosta de punk rock com influências de country e blues, pode ir sem susto.

RITA LEE
17 - Belo Horizonte - Chevrolet Hall
Apesar de não ter mais a mesma voz do passado - bom, quem ainda tem? -, a tia Rita ainda tem carisma suficiente para empunhar um repertório entupido de hits, acompanhada de uma ótima banda de apoio. Se ela estiver bem humorada, vai ser um showzão.

MOBY
20 - São Paulo - Pepsi On Stage; 21 -Curitiba - Master Hall; 23 - São Paulo - Credicard Hall; 24 -Rio de Janeiro - Citibank Hall
Se você está pensando em ir ao show do simpático careca para "dançar loucamente até o raiar do sol", pode parar de frescura, pois a apresentação é tudo, menos uma espécie de "rave indoor". Muito pelo contrário, Moby e sua banda enveredam por climas intimistas em diversos momentos do espetáculo, como na hora em que surgem as lindas "Porcelain" e "Why Does My Heart Feel So Bad". Vá preparado para ouvir belas canções e até mesmo dar uma chacoalhada no esqueleto, mas com moderação...

VANESSA DA MATA
20 - Belo Horizonte - Chevrolet Hall
Taí um daqueles shows que deixam todo mundo com sorriso no rosto e com vontade de cantar as músicas. Esqueça bobagens como "Ai Ai Ai". Há uma delicadeza brejeira na voz de Vanessa que funciona perfeitamente dentro de suas canções. Suas apresentações são sempre corretas, com banda afiada e direção segura. É uma boa pedida para quem quer impressionar a(o) parceira(o) recém-conquistada(o)...

KORN
21 -- São Paulo - Credicard Hall
Tudo bem, você pode até manter a ojeriza contra aquele troço que foi batizado como "nu metal", mas se deixar de assistir a esse show, vai deixar passar uma ótima oportunidade de ver uma banda afiadíssima em cima do palco. Quando abriram os mais recentes shows do Ozzy Osbourne aqui no Brasil, os caras arrebentaram, com uma consistência sonora espantosa - preste atenção especial ao monstruoso baterista Ray Luzier. Se deixar de lado o preconceito, você vai se divertir muito...

MEGADETH
24 - São Paulo - Credicard Hall
São quatro os maiores motivos para você ir a este show: 1) a promessa da banda em tocar o disco Rust in Piece na íntegra; 2) a volta do excelente baixista Dave Ellefson; 3) a eficiência técnica de seus integrantes; 4) a possibilidade de ouvir algumas canções do mais recente disco da banda, o ótimo Endgame. De resto, você vai ter que torcer para Dave Mustaine estar de bom humor e se resignar com o fato de que ele continua cantando como uma criança de doze anos que acabou de engolir uma bexiga cheia de ar. Para bater cabeça, até que está bom...

BELO
30 -- Rio de Janeiro - Citibank Hall
Sempre achei que o Belo foi preso pelos motivos errados: quem "canta" as "músicas" que ele mostra nos shows não merece outra coisa senão passar um bom tempo tomando água de caneca e tendo duas horas de sol por dia. Uma verdadeira aberração para quem gosta de samba, Belo personifica o que de pior o tal "pagode" propiciou. Se bem que ele, perto de barbaridades como o Grupo Molejo, poderia ser considerado o Seal. Mas isso já é uma outra história...

NANDO REIS
30 -- São Paulo - Credicard Hall
Dono de uma carreira respeitada, o ex-Titã sempre alternou shows bacanas com apresentações claudicantes. De uns tempos para cá, ele adquiriu uma estabilidade harmoniosa em cima do palco e suas apresentações ganharam corpo e eficiência. Tudo isso, ao lado de boas composições e de uma banda muito boa, faz com que esse show seja um bom programa a se conferir.

Marta Suplicy lidera corrida ao Senado em SP

Pesquisa Datafolha divulgada hoje mostra que a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) lidera com folga a corrida ao Senado no Estado de São Paulo, com 43% das intenções de voto. Já a disputa pela segunda colocação está bastante acirrada, com o senador Romeu Tuma (PTB), que concorre à reeleição, com 25% das intenções, seguido do presidente estadual do PMDB paulista, Orestes Quércia, com 22%, do vereador Netinho de Paula (PCdoB) com 19% e da ex-vereadora Soninha (PPS) com 18%. Nessas eleições, os eleitores do Estado elegerão dois nomes para o Senado. A margem de erro da mostra é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

O levantamento mostrou também que dos 2.001 eleitores pesquisados pelo instituto, entre os dias 25 e 26 de março, 24% disseram não saber em quem votar e 33% informaram que pretendem votar nulo ou em branco. De acordo com a mostra, o vereador Gabriel Chalita (PSB) tem 8% das intenções de voto, o tucano Aloysio Numes Ferreira tem 6% e o presidente do Instituto Ethos, Ricardo Young (PV), tem 3%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) sob número 17116 de 2010.

O Estado de São Paulo possui três representantes no Senado. O mandato é de oito anos. Este ano deixam a vaga o senador Aloizio Mercadante (PT), pré-candidato ao governo de São Paulo, e Romeu Tuma. O senador Eduardo Suplicy (PT), reeleito em 2006, cumpre mais quatro anos de mandato na Casa.